CASAMENTO GREGO 2 – My Big Greek Fat Weeding 2

Cartaz do filme CASAMENTO GREGO 2 – My Big Greek Fat Weeding 2

Opinião

Quem não viu o primeiro, aproveita pra ver (disponível na Netflix). É daquelas comédias românticas engraçadas e despretensiosas, bem gostosas de assistir. E tudo bem que está cheio de clichês do tipo gregos-casam-com-gregos, família-anda-sempre-junta e tudo mais que gira em torno das tradições familiares. Mas isso não incomoda porque também se encaixa na realidade de outras nacionalidades e só faz aproximar o público ainda mais dessa família grega e causar uma sensação de grande intimidade.

No primeiro filme de 2002, o patriarca da família Portokalos não se conforma que sua filha Toula (Nia Vardalos) continua solteira aos 30 anos. Seu sonho é vê-la casada com um grego, para seguir as tradições. Mas Toula quer algo mais do que passar a vida trabalhando no restaurante – grego – do pai. Acaba se apaixonando pelo inglês Ian Miller (John Corbett) e as situações divertidas acontecem por causa das diferenças culturais. O roteiro é assinado pela própria atriz Nia Vardalos, também responsável pela sequência – que reúne, felizmente, o mesmo elenco.

Agora o tempo passou, foram 14 anos. Toula e Ian têm uma filha adolescente, Paris, que continua “sofrendo” o mesmo tipo de pressão: precisa casar com um grego, pelo amor do seu avô e “sobrevivência” das tradições gregas. É divertida e o casamento agora é por conta de outro membro da família. Tudo previsível, claro, mas quando assisto às comédias apelativas e chatas que aparecem no cinema, fico pensando como é gostoso poder dar realmente risada de situações simples e cotidianas.

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